 |
|
Rafael Barifouse, repórter de Época NEGÓCIOS, traz
aqui as últimas novidades do mundo da tecnologia e da internet
e suas repercussões na blogosfera.
|
|
 |
| |
|
 |
Sob nova direção
Novidades! Muitas novidades! Em menos de um ano de existência, o Tecneira já ganhou sua versão 2.0. A partir de hoje, o blog terá como ponto de partida o Word Press, um dos mais reputados publicadores de blog da rede. Além da mudança do nosso endereço para www.tecneira.com.br (favoritos, já!), agora temos um mecanismo de busca e palavras-chave, as famosas “tags”, para cada post. Você também verá algumas mudanças no visual da página. Mas o blog antigo continua no ar, com um link logo aí do lado para quem quiser conferir alguma publicação mais antiga. E tem mais: de hoje até o dia 11 de março, este blogueiro que vos fala estará de férias em uma aventura inca-bolivariana. Mas como o mundo da tecnologia (e especialmente a internet) não pára, a sensacional jornalista Viviane Maia assume meu lugar nas próximas semanas. Repórter da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Vivi há tempos investiga o intrincado mundo hightech e tem uma relação de amor e ódio com softwares de gestão. Mas não se iludam – nem se apaixonem – com o ar de seriedade da foto. É uma fanfarrona inveterada. Não poderia haver substituta melhor. Sejam bonzinhos com ela, ok?
|
07/02/2008 |
|
|
 |
 |
Google desaponta Wall Street

O Google anunciou ontem os resultados financeiros do seu quarto trimeste fiscal e, apesar de serem bons, ficaram abaixo das expectativas do mercado financeiro. As vendas de anúncios online cresceram 51% e atingiram um volume total de US$ 4,83 bilhões – a propaganda é fonte de 99% da receita da empresa. Do que os investidores estão reclamando, então?
É que no final, depois de pagar sites parceiros, o Google ficou com US$ 3,39 bilhões, US$ 60 milhões a menos do que Wall Street esperava. E, mesmo com um aumento de 17% dos lucros, para US$ 1,21 bilhões, as ações da empresa caíram 6,9%, para US$ 525,50, o menor valor dos últimos meses. Para se ter uma idéia, há pouco tempo a empresa comemorava o valor inédito de suas ações, de US$ 700.
O Google domina 42% do mercado de propaganda online. Diante disso, a explicação para ter faturado menos do que o previsto poderia estar na crise da economia americana. Mas não é bem assim. Seus executivos fizeram questão de deixar claro que a empresa ainda não foi afetada pela histeria do mercado.
O problema está, pelo menos parcialmente, nas 20 redes sociais nas quais gerencia propaganda. A empresa ainda não encontrou um bom meio de anunciar nos milhões de páginas personalizadas. Outro problema foi o crescimento menor de cliques por anúncio. No mesmo período de 2006, a empresa tinha registrado um aumento de 45%. No último trimestre, 30%.
Ao mesmo tempo em que faturou menos, o Google continua a gastar mais e mais. Para pesquisa e desenvolvimento, a verba cresceu 63%. Com vendas e marketing, 65%. Com custos administrativos, 72%.
No final, a conta não fecha. Problemas com redes sociais, menos cliques por anúncios e aumentos como esses nos gastos impedem que a empresa cresça vertiginosamente como vinha fazendo. Isso deixa os investidores, que já estão receosos com a crise, ainda mais preocupados. |
01/02/2008 |
|
|
 |
 |
192 países a um clique de distância

O IBGE lançou um site com informações sobre 192 países. Para cada um, há sete campos de dados. Uma síntese traz coisas básicas como idioma, moeda, população, bandeira, fotos etc. Em população, detalham-se as características de cada povo. Indicadores sociais compreende desde o IDH do país até dados mais específicos, como as calorias consumidas, em média, por dia até o índice de infectados pela aids. Economia e redes trazem informações macroeconômicas. Há ainda os campos sobre meio ambiente e os objetivos do milênio de cada nação.
Com um visual moderno e uma navegação bem simples e intuitiva, o site agrupa informações que você teria de buscar individualmente em mecanismos de busca. Sem falar que ter o aval do IBGE dá a segurança necessária para usar os dados no trabalho, em tarefas escolares ou até para quem quer se mostrar o mais sabichão na mesa do bar. Para conferir, clique aqui. |
31/01/2008 |
|
|
 |
 |
Sua vida em cinco minutos

Um videogame vem despertando bastante atenção na blogosfera. Passage é um jogo bem simples que retrata a nossa vida em apenas cinco minutos. Nele, você tem uma simples missão: explorar labirintos e encontrar caixas mágicas que te dão pontos extras além dos que você ganha ao avançar para a direita da tela. Mas logo no começo do jogo você tem uma escolha a fazer. Casar ou ficar solteiro.
Se optar pelo casamento, você ganha mais pontos ao avançar para direita e abre todas as caixas mágicas. Mas também tem de levar sua esposa junto com você por todo o caminho, o que o impede de passar em entradas mais estreitas onde só caberia um personagem. Conforme avança, você envelhece (e fica careca) até só restar uma lápide sua (e da sua esposa caso tenha se casado). Quanto mais velho, mais “maduro” você se torna e melhor vê o que está a sua frente (uma metáfora para o futuro, que no começo é bem embaçado). Quando você morre, o jogo acaba.

Passage foi criado pelo programador Jason Rohrer, de 30 anos, para a Kokoromi’s Gamma 256 Event, uma competição de design para games realizada em Montreal em novembro. As regras do evento diziam que o jogo não podia ter imagens com dimensões maiores do que 256x256 pixels. Mas Rohder se restringiu ainda mais ao criar um jogo tão pixelado que parece algo pré-Atari (o videogame clássico, aliás, é a inspiração para a trilha sonora). Depois de ganhar a competição, Passage foi ao poucos sendo descoberto por fãs de games da internet - nos últimos dois meses, foram mais de 38 mil downloads. E a reação deles e de blogueiros têm sido bem emocional. Falam sobre como o jogo ilustra uma vida, tendo como clímax as mortes do personagem e da sua esposa. “Tenho que admitir que chorei ao explicar o jogo para minha mulher”, escreveu o blogueiro Josh Farkas.

“Era isso mesmo que eu queria provocar”, disse Rohrer, o criador do jogo, ao Wall Street Journal. Passage é considerado um jogo “maduro” por criar esse engajamento emocional das pessoas. No seu site, Rohrer se refere a ele como um “memento mori game”, que em latim significa “lembre-se que você é mortal”.
Diante desse burburinho, resolvi brincar também e confesso que não me emocionei nem chorei. Achei bem tolo, na verdade. Mas, como me disse uma amiga, eu também não choro vendo filmes. Outra explicação para a minha frieza pode ser que eu sou da geração videogame para quem morrer num jogo é a coisa mais normal do mundo. E, se o jogo for legal, dá sempre para dar continue.
Mas isso sou eu. Depois de fazer mais pontos solteiro do que casado, um amigo meu já brincou que vai se divorciar. Uma colega da redação mandou para o namorado para ver se ele casa ou fica solteiro. Se quiser conferir por conta própria, baixa o jogo aqui (o arquivo é executável, mas não tem vírus, é pequeno e a instalação é super-rápida, pode confiar) e depois volta para me contar o que achou. |
29/01/2008 |
|
|
 |
 |
Site permite baixar músicas de graça e legalmente

Essa é a proposta do QTrax, serviço de troca de arquivos de uma empresa novaiorquina que permite o download legal e de graça músicas. Mas, para isso, você ouve anúncios (rá, pensou que estava facinho, né?). A princípio, o seu portfólio tem 25 milhões de faixas, bem mais que os três milhões da Amazon e os seis milhões do iTunes. Bastaria instalar o programa que dá acesso ao serviço para começar a baixá-las. A estréia do novo serviço estava programada para a meia-noite de hoje, mas até o momento de publicação deste post ainda não era possível fazer downloads do site.
A demora se dá pois a empresa ainda não assinou acordos com as quatro maiores gravadoras do mercado, sem as quais a novidade não tem nem metade do seu impacto. Já é possível baixar músicas de graça e legalmente em várias páginas do MySpace de artistas independentes. Por aqui, o site Trama Virtual tem a mesma proposta. A própria Trama permite baixar algumas músicas de graça de seus artistas, como NX Zero e Cansei de Ser Sexy. O modelo de anúncios também já vem sendo testado há algum tempo (confira no Last.FM). Mas juntar tudo isso num pacote que inclua EMI, Universal, Sony-BMG e Warner, isso sim seria inédito.
O QTrax causou furor ao anunciar ontem seu lançamento para hoje com o apoio dos grandes selos. Mas, logo em seguida, EMI, Universal e Warner anunciaram que não tinham fechado nada ainda com o site. A Sony-BMG veio a público em seguida negar o acordo. O serviço adiou sua estréia em 24 horas, diz que está em negociação com a Warner e a BMG e que pretende ter resultados em breve. "As duas estão mais animadas do que as outras", diz Robin Kent, diretor de marketing do QTrax.
O presidente da empresa Allan Klepfisz diz que não tem acordos prontos, mas tem o consentimento das gravadoras e promete: "Vamos seguir com o planejado". Vale acompanhar e esperar para ver se tudo isso não passa de uma grande jogada de maketing ou se trata-se de um marco para a indústria da música. |
28/01/2008 |
|
|
 |
 |
Chuck Norris no Google
As piadas com o lendário Chuck Norris e suas mil e uma habilidades são intermináveis. Veja abaixo mais uma que simula uma busca no Google com o nome do ator:

Via: Kibe Loco (dica da leitora Karina) |
25/01/2008 |
|
|
 |
 |
Bolinhas mil no YouTube

Os últimos dias do mês são sempre complicados para um repórter de revista mensal. Às vesperas de um feriado e com o carnaval em vista, a correria fica pior ainda. Então, já que falta tempo, vamos com algo simples e divertido. Descobri anteontem uma nova navegação do YouTube, como você pode ver na imagem acima. Ao colocar o vídeo para passar na tela inteira do monitor, surge um botão ao lado do play/pause, uma espécie de triangulo com bolinhas. Ao clicar nele, a navegação alternativa aparece. Janelas, links, textos, enfim, tudo passa a ser representado por bolinhas.
Cada bolinha é um vídeo. Quando você clica nelas, uma janela menor aparece com o vídeo. Quando você menos espera, zum!, surgem novas bolinhas com os vídeos relacionados ao que você assistiu. Cores em torno delas agrupam os vídeos associados entre si. E, para navegar sem se perder, basta seguir a linha que vai sendo traçada entre os vídeos que você assistiu. Apesar de limitada (não tem busca nem comentários), a nova interface é bem legal e mais intuitiva que a tradicional. Por um momento, você até esquece que está em uma página na internet. E, antes de taxar de "coisa de nerd", me diz: quem não gosta de uma novidade? Hein, hein?! |
24/01/2008 |
|
|
 |
|
|