Ao mesmo tempo, tenta se adaptar ao que chamamos de era digital e multimídia. "O público decide onde e como ver. Se a distribuição tradicional não mudar, a circulação informal continuará a crescer", diz Gerbase, o diretor. Nada como pensar fora da caixa, não é?
O concurso tinha as seguintes regras: ter legenda ou áudio em inglês, um dos personagens devia passar por uma situação além do seu nível de maturidade, a fala "“Exijo uma explicação para essas bobagens! O que você tem a dizer?” era obrigatória e, em algum momento, uma fotografia deveria passar de uma pessoa para outra ou ser descarregada em um aparelho eletrônico.
O vídeo da Flávia você confere abaixo:
E, se você ficou curioso com o segundo e o terceiro lugares, que ganharam cartões-presente no valor de uS$ 5 mil e US$ 2,5 mil, respectivamente, aqui vai:
Mais detalhes da novidade como, por exemplo, o preço dos aparelhos compatíveis, ainda não foram revelados. Sabe-se apenas que deve começar a funcionar no segundo semestre de 2008. Até lá, a Nokia quer fazer com que outras gravadoras se juntem à Universal.
Como bem diz a matéria do New York Times, apesar de na era digital já terem surgido modelos de negócios baseados em propaganda e download pagos, a indústria musical ainda não encontrou uma solução para a pirataria na rede. Esta é mais uma tentativa de resolver o problema. Mas ainda não deve ser dessa vez.
O modelo está sendo severamente criticado na internet. O blog Arts Technica bateu forte ao falar sobre a presença da proteção digital contra cópias, o DRM, nas músicas, o que impediria sua transferência para tocadores de MP3: "O único problema é que isso mina o potencial de revolucionar a indústria".
O blog também destacou que a taxa de US$ 5 cobrada pela Universal das fabricantes recairá sobre o nosso colo. Ou seja, os aparelhos compatíveis sairão mais caros. Para renovar o plano, será preciso comprar um novo aparelho. Para piorar: para tirar as músicas do aparelho para um CD, será preciso pagar por cada faixa. O Engadget foi mais longe e disse: "Esse não é o futuro (pelo menos, esperamos que não)".